quinta-feira, 26 de abril de 2012

interdiciplinaridade

Como integrar as disciplinas escolares para que um tema específico possa ser estudado em diversas áreas do conhecimento? Neste programa, do cursode especialização Ética, Saúde e Valores na Escola, mostramos o exemplo de três professores de uma escola estadual de Campinas que, ao escolherem um rio da região como objeto de estudo, desenvolvem, na prática, a transversalidade e a
interdisciplinaridade nas áreas de geografia, língua portuguesa e química.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

"Permissividade perigosa"


OPINIÃO » - Estado de Minas, Caderno Opinião - 31 de março de 2012

                                           "Permissividade perigosa"

Os pais que impõem limites aos filhos terão mais chances de formar cidadãos com caráter e dignidade.


Nilce Rezende Fernandes Professora e escritora
Publicação: 31/03/2012 04:00


Grande parte dos adolescentes da classe média se comunica por meio dos sites de relacionamentos. Neles, eles demonstram amizade, desinibição, postam tirinhas engraçadas, tecem comentários, enfim, apresentam-se como jovens normais, quase sempre com alto astral. Entretanto, na postura com os pais trilham um caminho diverso. De afáveis transformam-se em tiranos. Ignoram o diálogo, ditam as normas da casa e fazem exigências absurdas, numa total inversão de valores.
Os pais que não impuseram os limites necessários quando esses jovens eram crianças, levados pelo medo de repetir os mesmos erros de seus progenitores, a quem tanto criticaram, e na ânsia de serem vistos como pais modernos, em vez de tachados de ultrapassados, em pleno século 21, optaram pelo outro lado da moeda, ou seja, uma educação em que imperou a permissividadeA essa altura, mesmo conscientes de que exageraram na dose, pensam que só lhes resta aceitar tal situação, pois sentem-se impotentes e acuados para dar um basta e realizar uma mudança árdua e radical. Assim, certos de que perderam a guerra, preferem seguir o percurso menos penoso e continuar alimentando os caprichos dos filhos.
No Estado de Minas (caderno Bem Viver, 25/3/2012), a psicóloga Ana Maria Nogueira afirma: “Crianças que têm pais fracos são como se não os tivessem”. E define que tipo de pais são esses: “São os permissivos, que não orientam e que deixam de dizer não para o que é realmente importante. Não precisa dizer não o tempo todo, mas o sim sempre torna as crianças inseguras e influenciáveis. A especialista acrescenta que o pior de todos os erros é a falta de afeto”.
No entanto, como observadora do ser humano, percebo que preencher cheques pagando aulas diversas para os filhos, tornando realidade todos os sonhos da tecnologia, ignorando os sites que eles acessam pela internet, permitindo-os ir a qualquer festinha, sem ao menos saber se haverá bebida alcoólica, tem sido, infelizmente, postura mais natural do que a do diálogo e afeto. Isso não é modernidade. Hoje, talvez a tarefa mais difícil a desempenhar seja o de pai ou mãe.
Aprende-se com os erros que podem e devem ser corrigidos o quanto antes, caso contrário aqueles bebezinhos se transformarão em verdadeiros tiranos e as vítimas ou responsáveis serão os pais.
Ao nos referirmos a garotos de rua, colocamos a culpa no governo, que dispõe de uma verba diminuta para a educação. Triste realidade, pois só com um investimento maciço na educação pública é que o Brasil terá chances de se tornar uma superpotência. Os professores precisam ser cada dia mais capacitados e valorizados com salários justos para a importante função que exercem. Somente assim não teremos medo dos pequenos marginais que nos ameaçam e levam nossos pertences. A educação necessita dar passos mais largos.
Já os adolescentes das classes abastadas contam com proteção surreal dos pais. Estudam em colégios dispendiosos, porém expressivo numero deles considera os professores como seus empregados e assim os tratam. Isso mostra que a família foi incapaz também de ensinar-lhes a respeitar as pessoas que trabalham em suas residências.
É lastimável a falta de diálogo entre pais e filhos. Isso tem que ser cultivado desde que o bebê está no ventre da mãe, por meio de gestos, músicas adequadas e palavras de carinho. Afetos e limites são aliados na educação e não inimigos. Por isso, pais que impõem limites à prole desde cedo, que dão exemplo de respeito ao outro, que sabem a hora de dizer o sim e o não, terão mais chances de formar cidadãos com caráter e dignidade. Dessa forma, os adolescentes serão mais tranquilos, solidários e menos consumistas.
Dependendo das condições financeiras, o intercâmbio cultural é um investimento no futuro dos filhos, além do que haverá maior valorização da família por parte deles, enquanto estiverem além-mar.
É bom lembrar de que um dia os pais entrarão para o grande contingente de idosos no Brasil e, possivelmente, serão abandonados pelos filhos criados com permissividade excessiva ou acolhidos por eles com amor e gratidão se tiverem agido com sabedoria em sua educação. A gente colhe o que planta.


"Minha alma é uma orquestra oculta; não sei que instrumentos tangem e rangem, cordas harpas, tímbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia."
SOARES, Bernardo. "Livro do desassossego". p. 292.

Pregação Expositiva: Por Que? - e O que é uma Igreja Saudável? - Mark Dever - CFL 2012






Publicado em 12/04/2012 por 
Conheça o Curso Fiel de Liderança: http://www.editorafiel.com.br/CFL/

9 Marcas: Construindo Igrejas Saudáveis
Pregação Expositiva
1 - Pregação Expositiva: Por Que?
Mark Dever

O que é o Curso Fiel de Liderança - CFL
Com o propósito de prover ao pastor, ao líder, ao professor e estudante de teologia uma oportunidade de reflexão e aprofundamento em temas bíblicos, a Editora Fiel criou o Curso Fiel de Liderança, o CFL. A fim de tornar isto possível, estabelecemos parcerias com seminários, institutos bíblicos, instituições teológicas e organizações de ensino de reconhecida excelência acadêmica e, sobretudo, genuíno interesse pelo evangelho de Jesus Cristo, a expansão do Reino e a Glória de Deus. Neste primeiro ano do CFL, oferecemos o curso 9 Marcas de Uma Igreja Saudável.

Instituições Parceiras:
FITRef: http://www.fitref.org
Seminário JMC: http://www.seminariojmc.br/datafiles/capa/capa.htm
Escola Charles Spurgeon: http://www.escolacharlesspurgeon.com.br
Fatebe: http://www.fatebe.edu.br
Seminário Martin Bucer: http://www.bucer.eu/brasil.html

Editora Fiel: http://www.editorafiel.com.br
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Earth Hour





video
Simple things you can do to help save our planet!
What can you do to help save our planet and prevent global warming from happening? Mark the correct alternative in each item.
a) Use biodegradable products.
( ) True
( ) False
b) Throw plastic shopping bags away.
( ) True
( ) False
c) Aluminum cans can’t be thrown anywhere. They take ____ to decompose.
( ) 50 years 
( ) 100 years 
( ) 200 years
d) There’s no problem in wasting electric energy. It’s a renewable source.
( ) True
( ) False
e) Plastic bottles can’t be thrown anywhere. They take ______ to decompose.
( ) 200 years
( ) 300 years
( ) 450 years 
f) Water plants with leftover drinking water or from washing veggies (vitamins are good for the plants).
( ) True
( ) False

g) Never carry your own cloth bag with you when you go to the supermarket.
( ) True
( ) False
h) Use rechargeable batteries.
( )  True
( )  False
i) How long does it take an apple core to decompose?
( ) 14 days 
( ) 30 days 
( ) 60 days
j) Give away or donate things you no longer need or want. Don’t throw away items that are still usable.
( ) True
( ) False
Making Sentences
2. Escrevam pelo menos 3 frases utilizando as palavras contidas na tabela abaixo.

A
B
C
1
deforestation
plastic bags
plastic bags
2
water pollution
reforestation
recycle
3
global warming
air pollution
ozone layer

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

A fé no marketing -

A fé no marketing
Marcadores: O Reino de Deus será comparado..., Princípios de fé, Protestantismo

"O mercado é sórdido!", assim dizia meu professor de Sociedade e Economia na faculdade. Ele fazia referência à falta de escrúpulos nas guerras e disputas de poder econômico, defesa e conquista de mercados desde os tempos mais remotos da humanidade.
Aliás, dizia ele, que não há limites para mentiras, golpes, guerras, injustiças, ameaças e todo tipo de baixarias quando o interesse econômico está em jogo.
Não pense que o mercado é motivado por causas nobres! Ele enxerga como produto e bens de consumo qualquer ação, serviço ou mercadoria que possa gerar algum tipo de lucro, ainda que esta mercadoria sejam as coisas que, em tese, não deveríamos tratar por mercadoria como, por exemplo, a fome na Etiópia ou o analfabetismo no sertão brasileiro, mas há quem se beneficie muito com a exploração destes "produtos" e, portanto, os mantenha como estão, apesar do embrulho no estômago que saber destas coisas gera nas pessoas de bem.
A grosso modo, o marketing é a ferramenta que estuda e analisa o mercado para que um determinado produto seja melhor aceito e, consequentemente, venda mais e/ou gere mais retorno de investimento e lucro. Ele observa os concorrentes, a maneira das pessoas se comportarem, consumirem e, então, define as estratégias de abordagem e sedução para aquele público alvo específico.
Tenho visto, com muita tristeza, a fé ser tratada como um novo bem de consumo. O marketing da fé é explorado à exaustão, definindo metas, estratégias, mercados, linguagem, produtos e públicos.  Tudo vira "produto": a pregação de um determinado pastor, o CD do cantor ou ministério de louvor, as campanhas de milagres, as rosas ungidas, os lenços, as sessões de descarrego e a "mídia", que até então era o culto, agora ocupa lugar nas grandes emissoras de TV do Brasil porque este mercado da fé está crescendo. O problema é que aqueles que apenas consomem fé, como um benefício, um produto de valor agregado, vão se distanciando da verdadeira Fé, livre, libertadora e vivificante do Evangelho. Ela é aos poucos apagada, substituída por uma fé presa ao templo/loja e ao modismo cegante da época.
Na disputa deste "mercado gospel", na defesa da fatia deste "bolo(r) da fé", por interesses econômicos, assistimos as mais horripilantes safadezas e inacreditáveis mentiras, ao ponto até de "bispos" e "pastores" simularem exorcismos com o testemunho de "demônios" para desacreditar a igreja concorrente. "Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mateus 15.7-9).
Esta, infelizmente, é a realidade na grande maioria das "igrejas" espalhadas por aí. E aqueles que nela estão viraram "fiéis" (cegos), não de Deus, mas dos líderes destas empresas.
É claro que nem tudo está perdido. Ainda existe gente séria, discípulos de Jesus. A Igreja (com "i" maiúsculo) é invisível e somente de Deus, não pode ser negociada. O Reino de Deus não cabe atrás da plaquinha, nem dentro do templo de nenhuma religião do mundo! Ele está presente onde há corações sinceros e humildes, e para o desespero dos empreendedores da fé, está muito além dos nomes das igrejas e comunidades.
Não vejo problema algum em se adequar a linguagem ou a forma de se comunicar o Evangelho para que mais pessoas o entendam. Crianças e adultos, por exemplo, exigem abordagens diferentes não só do Evangelho, mas de tudo na vida; têm compreensões distintas sobre os mesmos assuntos, então, neste aspecto, o jeito de se entregar o conteúdo deve ser diferenciado para cada um. Simples assim. Mas quando ao método ou à estratégia são dados mais importância que à essência, então o que se pensa ser o caminho em direção às Boas Novas de Jesus acaba se transformando numa perigosa armadilha. As pessoas vão se prendendo à forma, à linguagem, endeusando templos, lugares, líderes, denominações/marcas e nomes.
Em busca de mais adeptos às suas igrejas ou de fidelizar seus clientes, alguns líderes religiosos acabam vendendo a imagem de que a verdadeira fé está naquele lugar, as outras igrejas são vistas como concorrentes e desmerecidas. Música, estilo, "bênçãos", "milagres" e "cobertura espiritual" são tratados como diferenciais e utilizados como técnica para atrair mais gente.
Perceba como estamos tão vendidos às técnicas do marketing da fé que nem diferenciamos mais as palavras "culto" de "produto". Quando dizemos que temos "culto para jovens" ou "culto para senhoras" estamos dizendo, na verdade, que temos "produtos para atrair jovens" e "produtos para atrair senhoras ", porque o culto é somente para Deus, não para o homem. Nós nos esquecemos que não é o tipo de culto que deve atrair as pessoas, mas sim a compreensão do perdão que recebemos de Deus. A Graça, ou seja, o Dom gratuito de Deus é o que nos motiva a louvá-lo.
O perigo de se fazer do "evangelismo estratégico" ou do "show/apresentação do culto" o alvo a ser buscado em si mesmo para atrair as pessoas é que o mercado, como de costume, exige  cada vez mais. Logo, o próximo lugar que proporcionar a "melhor bênção/oferta", "mais emoção" ou a "melhor apresentação do culto/produto" abocanhará a sua fatia de mercado conquistado.
Quero deixar bem claro que não sou contra a utilização de música, teatro, testemunhos, acrobacias, danças, pirotecnia e qualquer outra expressão de arte para se anunciar o evangelho ou como vontade de glorificar a Deus com tais atitudes. Mas não acredito na utilização destas coisas como "estratégia" ou "técnica" para alcançar outras pessoas "para Jesus". Tudo o que é estratégia deixa de ser verdadeiro quando se trata do Evangelho. O Evangelho nasce de dentro pra fora, naturalmente. É produzido pela Verdade que faz morada em nossos corações e alcança o outro ser humano. Não por ser simplesmente emocional ou atrativo, mas por produzir Vida e luz/compreensão para o nosso caminho em Deus.
A mensagem de Jesus nunca foi "venham ficar admirados com as coisas que sei fazer!", mas "arrependam-se e creiam no Evangelho!". E ainda: "Tomem sobre vocês a sua própria cruz e me sigam, fazendo as mesmas coisas que eu fiz, ensinando e imitando a maneira como andei entre vocês!".
O Deus que não faz propaganda vazia de si mesmo te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Pablo Massolar
Rio de Janeiro, RJ, Brazil

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O que é Páscoa? - Pablo Massolar


QUINTA-FEIRA, 5 DE ABRIL DE 2012


O que é Páscoa?
Marcadores: A fé vem pelo ouvir..., Princípios de fé, Protestantismo
Páscoa é um evento religioso judaico/cristão, normalmente considerado pelas igrejas cristãs como a maior e a mais importante celebração. Na Páscoa os cristãos relembram e anunciam a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido durante a celebração da Páscoa dos judeus, em Jerusalém, entre o ano 30 e 33 da Era Comum.
Origem do nome
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido primeiramente durante o Pessach (Passagem em Hebraico), data em que os judeus comemoram o êxodo, libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito, liderados por Moisés, para a Terra Prometida.
A palavra Páscoa advém exatamente do termo Pessach, em hebraico, da festa judaica. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. O sentido de “passagem” vem do julgamento de Deus sobre Faraó e os egípcios, que oprimiam e escravizavam o povo judeu, até que Deus anuncia a Moisés que libertará o seu povo da escravidão.
Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo capítulo 12), disse o Senhor a Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os primogênitos de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria sacrificar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor e tristeza entre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
A Bíblia judaica e cristã institui a celebração do Pessach em Êxodo 12.14: "Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra ao Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua".
Páscoa Cristã
A Páscoa cristã celebra a morte sacrificial e a ressurreição de Jesus Cristo. Nos Evangelhos, Jesus é anunciado como o "cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo", deste modo, toda a simbologia da Páscoa judaica aponta para Jesus que, através de sua morte e seu sangue, liberta o homem do poder da morte e do pecado.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pessach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica – se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia mais acurada, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe (do grego antigo ἑκατόμβη, composto de ἑκατόν "cem" e βοῦς "boi" - sacrifício coletivo de muitas vítimas) dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
Depois de morrer na cruz, o corpo de Jesus foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante para os cristãos.
Páscoa é pagã?
Não! E também, atualmente, sim! Muitos costumes modernos ligados ao período pascal originaram-se, de fato, dos festivais pagãos da primavera. Hoje existe um sincretismo entre a Páscoa judaico-cristã e rituais de passagem pagãos, mas nem sempre foi assim.
A festa moderna utiliza a imagem do coelho e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. Os antigos povos pagãos europeus da Idade Média, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.
Na primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre poderia ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações atuais.
As hipóteses mais aceitas relacionam a época do ano com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o "Venerável Beda", historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas à fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e consequentemente a Páscoa moderna (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.
Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da primavera, da ressurreição e do renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
Conclusão
É comum, hoje, a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia, nem na Páscoa judaica, nem na Páscoa cristã. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos.
A Páscoa, em suas raízes mais antigas, é uma festa genuinamente bíblica, que aponta figuradamente para o sacrifício de Jesus por toda a humanidade. Esta é a oportunidade que, como cristãos, discípulos de Jesus, temos de anunciar não somente o sentido cultural da festa mas, principalmente, que ela tem a ver com o amor de Deus por toda humanidade. Isto inclui todos nós. Deus entregou seu único filho, como sacrifício pelos nossos pecados e Nele, somente Nele, temos Vida Eterna, ou seja, "passamos" da morte para a vida. O evangelho de João, no capítulo 3, resume esta mensagem da seguinte forma: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que entregou (à morte) o seu único Filho para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a Vida Eterna."
Veja o que o "Coelhinho da Páscoa" tem a dizer sobre a Páscoa

 
 
 
 




Pablo Massolar

Nota importante:
Jesus ensinou a dar de graça o que recebemos de graça. Se esta mensagem, de alguma forma, lhe fez bem, então provavelmente ela poderá fazer bem para outras pessoas que você conheça.
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Fonte: com informações de Wikipedia e da Bíblia