quinta-feira, 14 de junho de 2012

O mega negócio do evangelho



por Josimar Salum 
Li em um site evangélico uma reportagem pedindo oração por uma cantora brasileira que está sendo evangelizada por um pastor. Chamou-me a atenção o fato de que a referida cantora usa expressões comuns dos crentes para comunicar-se com seu público durante os shows. Expressões tais como “a nossa apresentação vai continuar e tudo vai dar certo porque o Sangue de Cristo tem poder” e “Deus vos abençõe ricamente.”

Admiro o trabalho evangelístico que muitos homens e mulheres de Deus fazem no meio artístico. Muitos “destes famosos” têm se convertido genuinamente ao Senhor, e depois de muitos anos têm demonstrado uma vida de testemunho cristão e uma vida pautada pela Palavra de Deus.

Outros tornam-se evangélicos apenas por modismo nesta onda de constantinização moderna. Transferem sua fama suja para a igreja, baseada em sua vida corrupta e perversa, e são disputados em programas evangélicos e em igrejas em busca de audiência e frequência.



O que me chamou a atenção não foi o uso das expressões conhecidamente evangélicas, mas a soma de muitos fatos 
relacionados a outros artistas e cantores que se dizem cristãos, e como milhares de evangélicos de fato são, porém nominalmente.

Há quem apresente um programa pornográfico de TV e se diga "crente" e é membro de uma “igreja evangélica” inclusive.

Há um conjunto que se apresenta em shows mundanos e programas de TV cantando músicas seculares e são “crentes.”

Há atores e atrizes que se beijam em cenas de novelas, protagonizando triângulos amorosos e fazendo papéis que a Bíblia ordena “nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos” que são “crentes”.

Afinal de contas qual é o problema de trabalharem em novelas, se mais de 70% dos evangélicos as assistem diariamente, as produzidas pelo canal de TV de propriedade de uma igreja evangélica, inclusive? A Bíblia porém declara: “Não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as.”

Deixa eu ir direto ao assunto: se a outra artista famosa, recém batizada ainda rebola, dança axé e tudo o mais, ela pode até ser evangélica, mas ainda não nasceu de novo.

Ninguém que ainda vive na prática do pecado nasceu de novo. “Qualquer que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; porque a Sua semente permanece nele, e não pode pecar, porque é nascido de Deus.”

E o que dizer dos pregadores que aceitam somente convites onde suas demandas são aceitas, tais como hotéis de certa categoria, venda estipulada de seus produtos e pagamento de oferta mínima?

O que dizer dos cantores gospel que cobram cachês, alguns deles até continuam tendo a mesma vida devassa de antigamente e apresentam em igrejas e mais igrejas, endossados pela ingenuidade de muitos pastores?

A cantora pode clamar o sangue de Cristo duas mil vezes, que fazendo o que faz no palco e cantando o que canta, suas palavras não passam de jargões evangélicos.

O pregador famoso que prega em todo o Brasil e no exterior, e que há alguns meses atrás cobrou três mil reais para fazer uma cruzada, e quase “depenou” o pobre pastor que não conseguiu levantar o dinheiro para “pagá-lo”, pode até pregar muito bem, mas não passa de um mercenário da fé e um “pentecostal” hipócrita.

E o cantor e a cantora gospel que procedem com tais práticas são “levitas de aluguel”, “paquitos e chacretes evangélicos” que conhecem somente o átrio do templo de Herodes onde os mercadores vendiam seus produtos.

Para milhares a Pregação do Evangelho tornou-se uma profissão e deixou de ser a Pregação do Evangelho da Cruz para tornar-se apenas uma profissão.

A Mensagem da Cruz de nosso Senhor Jesus Cristo tem sido aviltada pelos neologismos e "inventices" desta geração fraca e pobre de pregadores.

Pregadores de um "evangelho" de conveniências que desconhecem a Cruz e a Santificação sem a qual ninguém verá o Senhor. De um “evangelho” de vendilhões do templo que desconhecem a Graça das Palavras de Jesus: “De Graça recebei, de Graça dai!“

Não venham me dizer de que “é dígno o obreiro de seu sálario” como desculpa para suas cobranças de cachês, contratos publicitários e acordos comerciais! O obreiro é digno de seu sálario, mas não o comerciante do Evangelho nem o mercantilista da fé.

"Deixe o ímpio o seu caminho e se CONVERTA AO SENHOR" é a mensagem do Juiz de toda a Terra. Sem conversão não há salvação. Sem testemunho (frutos) o machado que está posto à raiz da árvore vai trabalhar direitinho.

I JOÃO CAPÍTULO 3 AINDA É A PALAVRA DE DEUS! Aquele que vive na prática do pecado ainda não nasceu de novo nem sequer conheceu a Deus. Ainda pertence ao Diabo! Seja cantor, pastor, pregador, crente e quem quer que seja!

A coisa está muito esquisita! As referências e padrões bíblicos de nossos pais na fé há muito já foram desprezadas.

Estou cansado desta mega empresa e deste mega negócio que virou a igreja evangélica brasileira onde a maioria destas empresas de produção musical, igrejas-empresas, etc abarrotam-se de lucros em nome do Louvor e Adoração a Deus. Onde centenas e milhares de seus pregadores levantam ofertas oferecendo a multiplicação do dinheiro e a prosperidade, o paraíso na terra e as bençãos gratuitas de Deus. Protagonizam a versão moderna da venda das indulgências! Seus líderes são opressores dos pobres pastores que precisam bater todo o mês a cota de dízimos de suas congregações! Enquanto a igreja católica comercializa ídolos dos santos eles comercializam-se a si mesmos, suas imagens farisaicas e seus sermões repetidos.

Esta raça de hipócritas deveria deixar de fantasiar e passar a tratar as coisas de Deus à sério.

Muitos deles casam, descasam, furtam, exploram, vivem uma vida de luxúria em nome da prosperidade "divina" e produzem canções para o mercado evangélico. É isto mesmo: igrejas empresas, profissionais da fé, empresários. Sua linguagem é o lucro e a transação comercial seu sangue. Contratos e ofertas: se não receberem não cantam, não pregam, não fazem o show. Gente morna que o Senhor vai vomitar de Sua boca se não se arrependerem. No Evangelho não cabe empresários do Evangelho nem profissionais. O Evangelho não é negócio, definitivamente!

Ah! Que o Senhor levante pelo menos uns 12 João Batistas para desmascarar esta farsa que é a igreja evangélica brasileira.

Que o Senhor tenha misericórdia destes artistas e atrizes famosos para que venham conhecer o Verdadeiro Evangelho que anuncia a Salvação pela Graça, por meio da Fé em Jesus, através do Arrependimento.

"Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus." Se não nos arrependermos não escaparemos da ira do juízo de Deus.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

“Rio + 20” – Colapso e Regeneração

Falso Profeta Yossef Akiva



Falso Profeta Yossef Akiva



Sobre este falso profeta:

1) Ele não é judeu, seu nome é José Marcelo e há boatos não confirmados (busquem no google) envolvendo-o em falcatruas das mais grossas na última igreja que pertenceu. Nem sempre se fantasiou de judeu hassídico. E que fique claro que, tendo eu parentes judeus não estou aqui de forma alguma a desrespeitar meus irmãos, ao contrário, acho que as atitudes e doutrinas deste estelionatário são um grande desrespeito para cristãos e para judeus, no mesmo grau de ofensa. Ele adotou outro nome - registrado em cartório - com o objetivo de manter seu negócio religioso escuso.

2) Por que se fantasiar de hassidico? Sim. Fantasia e de segunda, se fosse hassídico teria levado uns pegas do rabino, pois há muitas coisas erradas em seu traje.

3) Este falso profeta prega um judaísmo que nunca existiu. Nunca Israel construiu arcas e arquinhas, exceto aquela que o Senhor mandou, que não era para ser tocada e tão pouco construída novamente, quando a Sua vontade Impar a levou para o esquecimento.

4) Este usurpador vende em sua empresa cópias baratas de diversos objetos do templo. Um absurdo sem tamanho, heresia para cristãos e judeus, em alguns casos, e acaba influenciando outros idólatras.

5) Judeu, pero no mucho. O bilau cortado o moço não tem e não corta, mas em compensação abriu uma fábrica de arcas e outros artefatos esdrúxulos para gospel trouxa comprar. Agora o novo empreendimento é uma confecção de kipá.

6) Meu irmão, minha irmã, kipá ou solidéu, o chapeuzinho que os judeus modernos usam em cerimônias em respeito a presença de Deus, desta forma que se vê hoje é coisa do século XVIII-XIX. Na idade média, e só na idade média, no intuito de se diferenciar dos cristãos (*), um ou outro grupo judeu isolado cobria a cabeça em ocasiões raras. Não era doutrina universal. Na verdade, no tempo de Cristo nem havia tal hábito! Em grupo algum! A origem da tradição MODERNA do uso do kipá é controversa. O kipá é citado no Talmude, não na Torá, portanto não está na Bíblia. Mesmo no Talmude o contexto é uma recomendação para crianças em certas cerimônias. Alguns dizem que a origem da cobertura da cabeça decorre do ÚNICO judeu que cobria a cabeça no Antigo Testamento em cerimônias, o Supremo Sacerdote ao entrar no Santo dos Santos.

Irmãos, com todo o respeito aos judeus, nós somos cristãos, pois aceitamos Cristo como Salvador e os judeus ainda esperam o seu Messias.

Jesus na Cruz rasgou o véu, inutilizou o templo e o supremo sacerdócio de um homem. Jesus é o nosso advogado, por Ele vamos direto a Santa Presença de Deus. Nada mais nos separa do Amor de Deus.

Um cristão que usa kipá está a declarar que não tem a Cristo. Está a se separar de Deus. Volta no tempo e abandona a Aliança em Cristo. Está a declarar, com este ato, que Jesus não mais, com Seu sangue, justifica nossa presença diante de Deus.

Se o kipá é para nos separar em respeito a Deus, o que fez Jesus na cruz? Somos DIGNOS irmãos! Somos dignos da Santa Presença de Deus. Podemos nos apresentar ao Senhor sem coberturas de homem ou de pano, pois estamos COBERTOS PELO SANGUE DE JESUS!

Não idolatramos templos, não mais precisamos nos separar com chapéus, altares, tendas e kipás. Não precisamos tocar shofar para o Messias vir! Ele já veio! E nem Jesus ou nenhum apóstolo nos mandou tocar shofar para a apressar a Sua volta! Chega de heresia irmãos!



Sobre este vídeo revoltante:










Eu não vou perder muito tempo discutindo o tsunami de heresias apresentadas por este falso profeta neste vídeo. Vou me limitar a dois pontos: O primeiro, sugestão do Pr. Marcelo Oliveira e trata do emprego equivocado da expressão "shekináh". Leia o artigo do autor sobre o tema neste link. O segundo aspecto, comento a seguir e se refere ao que foi dito os 04:30 minutos do vídeo anexo. Ali, este enganador diz o seguinte após falar a língua dos demônios:

- Eu não vou segurar o Espirito Santo não.

- Eu vou deixar, eu vou deixar...

- Eu vou deixar Deus trabalhar aqui...

- Eu vou deixar Deus arrebatar crente aqui!

- Eu vou deixar, eu vou deixar!

- Se preparem para ver o Senhor. Os céus vão se abrir nesta noite.

Meus irmãos. Estas declarações são das maiores heresias já proferidas em uma igreja. Nem mesmo lúcifer em toda a sua sordidez, mentira e trevas foi capaz de proferir tamanha declaração de infâmia e soberba – ao menos relatada nas Sagradas Escrituras.

Quem é este anti-cristo que tem a audácia de PERMITIR, DEIXAR, SEGURAR o Espirito Santo de Deus?! Este homem está morto e quer arrastar a todos os que o assistem para o inferno junto com ele.

Quem vocês conhecem que pode dizer ser capaz de permitir ou não permitir Deus fazer o que quer que seja?

Irmãos pastores, teólogos, seria este o famoso pecado sem perdão?

Este homem insinua apresentar “deus” ao recinto. Coloca-se como arauto de Sua Santa presença! Senhores e Senhoras: Eis aqui “deus”. Entre “deus”. E “deus” entra e obedece ao camarada, tal qual uma entidade adestrada de centro de macumba!!?

Yossef Akiva quer fazer, como se faz na macumba, “tocar para “deus” baixar e bater para “deus” subir”!!!

Malditos sejam os organizadores deste evento odioso de Gideões que tem permitido a entrada na Igreja de tanto vento de doutrina e dado voz a todo tipo de falso profeta. Malditos sejam!






(*) Então o cristão tolo que usa kipá quer se diferenciar dos cristãos, não quer ser assimilado, portanto está negando Cristo! "Errais não conhecendo as Escrituras.." Mateus 22:27.








Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/04/falso-profeta-yossef-akiva.html#ixzz1xgrXsRTo
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domingo, 10 de junho de 2012

Wesley - Um coração transformado pode mudar o mundo



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O ano é 1732, um tempo de declínio espiritual na Inglaterra, país em que
havia um grande abismo entre ricos e pobres. Com o objetivo de alcançar o
céu por meio de suas obras, um jovem sacerdote anglicano chamado
John Wesley (Burgess Jenkins) dispensa todo o seu tempo visitando
prisões, estudando a Bíblia e orando -- tudo para escapar do fogo do inferno
em que acredita ser destino de todos.
Sua autodisciplina rigorosa atrai a atenção do general Oglethorpe, que convida o jovem Wesley a servir como capelão da comunidade recém-estabelecida de Savannah, Geórgia. Então, com o sonho de evangelizar os povos nativos, John parte em um navio em direção à América, mas, durante a longa viagem, uma terrível tempestade quase afunda o navio, e Wesley vê sua fé abalada. No entanto, é por meio da amizade de um jovem missionário morávio que John finalmente encontra na "religião do coração" a anifestação da graça que ele sempre procurou. 



sexta-feira, 8 de junho de 2012

What´s the Church?


DEZ RAZÕES PARA NÃO FAZER UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL


DEZ RAZÕES PARA NÃO FAZER UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL

por  


Podemos definir o planejamento estratégico pessoal como um esforço consciente de antecipar o futuro, através de uma análise cuidadosa de quem somos,qual é o nosso potencial, qual é o nosso ambiente, e como podemos viver a vida de forma plena para que, assim, deixemos um legado benéfico e duradouro sobre nossa geração. Mesmo assim, muitas pessoas não acreditam que esse planejamento seja importante. 

Veja quais são os argumentos mais usados:
1. Eu já tenho um plano.
Muitas vezes esse plano baseia-se em alguns objetivos maiores como fazer um curso, arrumar um novo emprego, buscar uma promoção ou comprar um carro novo. Tudo isso é importante e necessário. Mas você já pensou na possibilidade que a vida é maior do que isso? Que Deus tem um plano específico para cada um de nós? Que podemos exercer uma influência maior e mais benéfica para as pessoas que estão ao nosso redor, alinhando melhor nossas habilidades, dons, tempo, energia e recursos?  

 2. Ainda não é a hora
Talvez ainda pareça cedo para fazer uma análise de sua vida. Pode ser que você pense em experimentar as diversas alternativas, com o receio de ficar preso a uma escolha errada e, talvez,uma decisão irreversível. Por outro lado, se aquilo que hoje você está fazendo não faz parte de sua visão de futuro ou da sua missão de vida, tempo, talentos e energia podem estar sendo desperdiçados em projetos que não produzirão resultados benéficos duradouros.

3. Dá muito trabalho
De fato, a construção de um planejamento estratégico pessoal exige um nível de dedicação significativo. Não se trata de um pequeno exercício motivacional, mas uma reflexão séria sobre as questões mais importantes da nossa vida: quem sou eu, o que estou fazendo aqui, que diferença farei neste mundo. Isso não pode ser respondido de forma superficial. Ao mesmo tempo, tudo o que fizermos nessa direção só produzirá benefícios para a nossa vida.

4. Com tantas mudanças, não adianta planejar
De fato, o mundo de hoje é extremamente instável e inseguro. Imprevistos acontecem a todo o momento e não podemos dizer com segurança onde estaremos no futuro. Exatamente por causa desse contexto de constantes mutações precisamos cultivar um firme senso de propósito e missão. Sem isso, a nossa existência toda será uma seqüência de eventos fortuitos, como um barco sem leme e sem vela no meio de uma tempestade. O planejamento nos ajuda a definir rumos, prever cenários, e decidir como reagiremos diantedas mudanças.

 5.   Eu estou bem
Às vezes nos sentimos bem porque definimos objetivos pequenos e fáceis de ser alcançados. Nos acomodamos numa zona de conforto não pensando que existe uma missão para ser cumprida, existem pessoas que precisam ser ajudadas, existem necessidades que precisam ser supridas. Podemos nos sentir muito bem e ainda deixar  de alcançar o pleno potencial para o qual fomos criados por Deus.

 6. Só estou tentando sobreviver.
Realmente a vida não é fácil para a maioria das pessoas. Muitas vezes, temos que nos adequar a situações que estão longe do ideal simplesmente porque temos que pagar as contas. Ao mesmo tempo, não podemos ir muito longe sem compreendermos quem somos, qual é o nosso potencial e como podemos usar o que temos de melhor para alcançar nossos objetivos. Nossa existência deve ser mais do que sobreviver, nós precisamos viver.

 7.  Nunca precisei de um plano antes
Parabéns. Então você já alcançou muitos objetivos sem um planejamento específico. Mas já parou para pensar que poderia realizar muito mais e produzir mais bem para as pessoas que estão ao seu redor? Você pode afirmar com segurança que você atingiu o máximo do seu potencial? Quando pensamos no plano de Deus para nós, temos amado a ele de todo no nosso coração, com todas as nossas forças e com todo o nosso entendimento?

 8. Nunca funcionou antes
Então você já tentou planejar, mas se deparou como imprevistos e, talvez, falta de disciplina. Provavelmente, o problema não foi falta de planejamento, mas a falta de um planejamento estratégico. No geral, nossos planos são apenas alguns objetivos que desejamos alcançar e não uma análise mais profunda de quem realmente somos, em que contexto vivemos e como podemos alcançar nosso pleno potencial.

 9. Planos só servem para pessoas disciplinadas.
Quantas vezes você tentou perseverar em uma dieta ou num curso de inglês, mas sem sucesso? Pode parecer difícil, mas a disciplina pode ser aprendida e aperfeiçoada. Quando temos razões fortes para agir, objetivos claros e pessoas que nos ajudem, a disciplina pouco  a pouco torna-se um estilo de vida. E muitos frutos são colhidos dessa aprendizagem.

10. Eu não sei como começar
Não precisamos reinventar a roda. Muitos antes de nós já erraram e acertaram nesse processo de planejamento estratégico pessoal. Talvez não concordemos com tudo o que os mais experientes falam, mas com certeza podemos aprender com seus erros e acertos. 

Dia do Discipulado




Dia do Discipulado

Dia 27 de maio é o dia celebrativo do “Dia do Discipulado”. É o dia Celebrativo porque todo o dia é dia de fazer discípulos e discípulas. “Indo, fazei discípulos de todas as nações ...” MT 28.19.
O Plano Nacional Missionário 2007/12, na página 25, afirma: “Quando se vive a dinâmica do Espirito Santo e a ação da graça de Deus, o crescimento é algo normal e constante (todos os dias) na vida da igreja”.
“ A igreja, na verdade, tinha pazportoda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espirito Santo, crescia em número”! Atos 9.31
O PMN 2012/16 afirma: “O discipulado precisa ser compreendido como um modo de ser igreja. Assim sendo, não é um programa para atender o “ modismo eclesiástico”. Ao contrário, mergulhando nos estudos do Evangelho, vamos perceber que o discipulado é uma condição para que as pessoas possam seguir o caminho aberto por Jesus Cristo.
Ser discípulo e discípula de Jesus é uma exigência.
No início do seu ministério terreno, Ele formou um grupo de discípulos e , igualmente, preparou essas pessoas (formando uma comunidade), para viver a radicalidade do projeto do Reino de Deus, produzindo frutos de fé, misericórdia, compaixão, justiça e amor. À luz do desafio do mandamento do Senhor.
Porisso, o Evangelho de Jesus Cristo, narrado por Mateus, Marcos, Lucas e João, é a base do projeto de discipulado, ou seja, viver como Jesus viveu, perdoar, como Jesus perdoou, sentir como Jesus sentiu, intervir como Jesus interveio, caminhar como Jesus caminhou, em obediência aos preceitos do Pai. No caminho do discipulado, Ele confere identidade a cada discípulo ou discípula. Do mesmo modo, transmite as instruções acerca dos desafios e das oportunidades para segui-lo com alegria e singeleza de coração.
Também o movimento wesleyano impõe uma prática do discipulado focada na salvação, na santificação e no serviço em nossa caminhada cristã”.
Assim, mesmo que o discipulado tenha um dia celebrativo, o que é muito importante, precisamos estar conscientes que o discipulado é uma experiência de vida, um modo de ser. É algo que é a nossa paixão!
A Carta Pastoral do Colégio Episcopal para o biênio 2012-2013, nas páginas 20 e 21diz: “que os Evangelhos descrevem com muita propriedade as características e atitudes essenciais a um/a discípulo/a à luz do projeto traçado por Jesus: tomar a cruz, viver para servir, obedecer, ser fiel, ter ousadia, coragem, interpridez, amar o Senhor acima de todas as coisas, ser prudente, sofrer perseguições, como resultado da fidelidade ao projeto do Reino de Deus, produzir frutos, cumprir o mandato missionário de Jesus-fazer discípulos, batizar e ensinar, tomar a cruz e segui-lo, perseverar na comunhão, no partir do pão e na oração perseverante.
Os/as discípulos/as são as testemunhas fiéis dos sinais do Reino de Deus neste mundo e aprendem as maravilhas insondáveis das promessas deixadas durante o ministério terreno de Jesus. Eles crescem na vida de oração, na partilha da palavra de Deus e seguem, em obediência, ouvindo e acolhendo o seu chamado: “deixando tudo, o seguiam” (Lc 5.11b)”.
Podemos afirmar com convicção que: Ser Metodista é viver essa dimensão do dicipulado estabelecida por Jesus Cristo, que João Wesley viveu no seu tempo (século XVIII) e nós somos desafiados a viver hoje no nosso século.
“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente”. Hebreus 13:8
 
Carlos Alberto Tavares Alves
Bispo e Missionário – Rema
Bispo Assessor da Câmara Nacional do Discipulado.
O Plano Nacional Missionário 2007/12, na página 25, afirma: “Quando se vive a dinâmica do Espirito Santo e a ação da graça de Deus, o crescimento é algo normal e constante (todos os dias) na vida da igreja”.
“ A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espirito Santo, crescia em número”! Atos 9.31
O PMN 2012/16 afirma: “O discipulado precisa ser compreendido como um modo de ser igreja. Assim sendo, não é um programa para atender o “ modismo eclesiástico”. Ao contrário, mergulhando nos estudos do Evangelho, vamos perceber que o discipulado é uma condição para que as pessoas possam seguir o caminho aberto por Jesus Cristo.
Ser discípulo e discípula de Jesus é uma exigência.
No início do seu ministério terreno, Ele formou um grupo de discípulos e , igualmente, preparou essas pessoas (formando uma comunidade), para viver a radicalidade do projeto do Reino de Deus, produzindo frutos de fé, misericórdia, compaixão, justiça e amor. À luz do desafio do mandamento do Senhor.
Por isso, o Evangelho de Jesus Cristo, narrado por Mateus, Marcos, Lucas e João, é a base do projeto de discipulado, ou seja, viver como Jesus viveu, perdoar, como Jesus perdoou, sentir como Jesus sentiu, intervir como Jesus interveio, caminhar como Jesus caminhou, em obediência aos preceitos do Pai. No caminho do discipulado, Ele confere identidade a cada discípulo ou discípula. Do mesmo modo, transmite as instruções acerca dos desafios e das oportunidades para segui-lo com alegria e singeleza de coração.
Também o movimento wesleyano impõe uma prática do discipulado focada na salvação, na santificação e no serviço em nossa caminhada cristã”.
Assim, mesmo que o discipulado tenha um dia celebrativo, o que é muito importante, precisamos estar conscientes que o discipulado é uma experiência de vida, um modo de ser. É algo que é a nossa paixão!
A Carta Pastoral do Colégio Episcopal para o biênio 2012-2013, nas páginas 20 e 21 diz: “que os Evangelhos descrevem com muita propriedade as características e atitudes essenciais a um/a discípulo/a à luz do projeto traçado por Jesus: tomar a cruz, viver para servir, obedecer, ser fiel, ter ousadia, coragem, interpridez, amar o Senhor acima de todas as coisas, ser prudente, sofrer perseguições, como resultado da fidelidade ao projeto do Reino de Deus, produzir frutos, cumprir o mandato missionário de Jesus-fazer discípulos, batizar e ensinar, tomar a cruz e segui-lo, perseverar na comunhão, no partir do pão e na oração perseverante.
Os/as discípulos/as são as testemunhas fiéis dos sinais do Reino de Deus neste mundo e aprendem as maravilhas insondáveis das promessas deixadas durante o ministério terreno de Jesus. Eles crescem na vida de oração, na partilha da palavra de Deus e seguem, em obediência, ouvindo e acolhendo o seu chamado: “deixando tudo, o seguiam” (Lc 5.11b)”.
Podemos afirmar com convicção que: Ser Metodista é viver essa dimensão do dicipulado estabelecida por Jesus Cristo, que João Wesley viveu no seu tempo (século XVIII) e nós somos desafiados a viver hoje no nosso século.
“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente”. Hebreus 13:8
Carlos Alberto Tavares Alves
Bispo e Missionário – Rema
Bispo Assessor da Câmara Nacional do Discipulado